Montando uma empresa de games com custo “quase” zero

Montando uma empresa de games com custo quase zero

Olá pessoal,

Quem não quer ser hoje dono do seu próprio negócio? A paixão por uma profissão, a busca de novos desafios, os baixos salários, falta de reconhecimento, planos de carreira falhos e obscuros fazem com que muitos profissionais no mercado despertem seu lado empreendedor e apostem todas as suas fichas na abertura do seu próprio negócio. Com a industria de games isso não é diferente. Anos atrás, abrir a sua própria empresa de jogos era uma missão impossível, ou quase isso, era preciso muito recurso financeiro, físico e  tecnológico para iniciar um negócio que fosse promissor.

Atualmente, a tecnologia da informação disponível no mercado faz com que vários negócios sejam criados todos os dias com sucesso. Se vocês está pensando em montar uma empresa, especialmente de desenvolvimento de jogos, vamos apresentar uma série de dicas que podem fazer o seu negócio decolar, e o melhor de tudo, com um custo zero ou quase zero. Confira …

Dica 01: FOCO

Defina o seu nicho de mercado, o seu foco de atuação. A área de games é, realmente, muito abrangente. Alguns exemplos de nichos de mercado são: advergames, webgames, social webgames, consoles, PC, etc. Hoje, o mercado, está sedento por jogos em redes sociais como Facebook e Orkut, além deles, os advergames são uma ótima forma de iniciar o seu negócio.

Dica 02: EQUIPE

Tenha com você pessoas que você confia e tenha competência técnica. Tecnicamente você precisa dos seguintes perfis dentro da empresa: Projeto de Jogo, Codificação, Arte e Sonoplastia. Por último, mas não menos importante, é preciso uma pessoa que entende de Negócios e outra de Marketing. No início, pessoas podem acumular estas funções, porém tente ir especificando as áreas conforme a empresa vai crescendo.

Dica 03: PARCERIAS

Você não precisa ter todas as competências necessárias para o seu negócio dar certo. Se você é bom em codificação, ache empresas parceiras para fazer a parte de arte, sonoplastia e etc. A área de Marketing é uma ótima opção para terceirizar. Existem várias agências de marketing, publicidade e propaganda no mercado buscando empresas tecnicamente competentes para desenvolver projetos de TI, principalmente jogos.

Dica 04: PRODUÇÃO

Jamais reinvente totalmente a roda. Independente se estamos falando de codificação, modelagem de personagens ou objetos para os jogos. Sempre procure por algo já construído, personagens e objetos pré-modelados, mecânicas consolidadas no mercado e adapte para sua necessidade. Refazer um processo do zero é jogar fora tempo e dinheiro e na maioria das vezes não dá certo ou se percebe que se poderia ter adaptado algo. Cuidado com os copyright, isso é importante.

Dica 05: TESTES

Essa poderia ser a parte mais fácil e divertida de se desenvolver um projeto de jogo, mas de fato, não é. Pode custar muito ou quase nada, isso porque você pode contratar bons testadores, duas ou três pessoas bem pagas que passariam todo o dia jogando em busca de erros ou juntar um grupo de quinze ou vinte amigos e pedir para todos jogarem. Certamente, a segunda é uma ótima opção pois os jogos possuem vários caminhos para se testar, então,
quanto mais gente melhor. E, neste caso, o custo é quase zero, só não é zero porque sempre é bom ter um testador mais técnico para tentar achar algum “bug” técnico que a equipe de desenvolvimento desconfie que tem.

Dica 06: FALE DE GRAÇA

Use e abuse de programas de ligações via VoIP. Com o Skype dá para fazer chamadas gratuitas pelo computador ou smartphone, utilizar recursos de vídeo, chat e realizar conferências com até nove pessoas. “Embora seja o mais famoso, já existem outras ferramentas grátis semelhantes para baixar na internet, entre elas o Gizmo, o Adphone e o X-lite. Além de a instalação ser simples, a qualidade da chamada não deve em nada à das operadoras de telefone”, afirma Carlos Sampaio, coordenador de suporte do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (CESAR).

Dica 07: APOSTE NA NUVEM

Vale a pena hospedar na nuvem o correio eletrônico, o banco de dados, a parte contábil e o administrativo, entre outros. Acessar todas as informações da empresa de forma remota traz mobilidade. Outra vantagem dos serviços de cloud computing é a economia. Com eles, a manutenção da infraestrutura e a instalação dos softwares nos computadores corporativos diminuem, pois ficam a cargo do provedor do serviço. Não é preciso superdimensionar
o servidor. Montar um parque servidor dentro da empresa sai, em média, R$ 20 mil. A mensalidade dos serviços de cloud computing gira em torno de R$ 80 por usuário.

Dica 08: TOME DECISÕES SEM SAIR DO ESCRITÓRIO

Ao fazer reuniões opte pelos sistemas de teleconferências virtuais. Muitas vezes, o empresário tem de se locomover ou até viajar para tomar decisões importantes, o que gera gastos que podem ser evitados, pelo menos no início. “A Talkshoe oferece o serviço gratuito. Basta preencher um cadastro e abrir a conta. O Gotomeeting permite fazer videoconferências ilimitadas via web com até 15 participantes por US$ 49 mensais”, diz Carlos Sampaio,
coordenador de suporte do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (CESAR).

Dica 09: AVALIE A NECESSIDADE DE TER UM ESCRITÓRIO

Nem sempre faz sentido ter uma estrutura robusta. Contratar os serviços de escritórios virtuais é uma alternativa para quem quer usufruir de um endereço de prestígio sem os investimentos normalmente necessários. Essas empresas oferecem espaço físico, secretária, mobiliário, atendimento telefônico, sala de reunião e serviços de apoio administrativos. Os planos são flexíveis e com mensalidades, em geral, a partir de R$ 120, dependendo da cidade e
da localização do escritório.

Dica 10: VISITE O SEBRAE

Além de cursos, no portal da instituição é possível encontrar ferramentas de suporte para iniciar o negócio. Com o Click Marketing você monta pela internet o plano de marketing da empresa. Na Feira do Empreendedor on-line, o empresário pode encontrar ou oferecer oportunidades. No Negócio Certo, o Sebrae faz estudos sobre vários setores e dá orientações relacionadas a espaço físico adequado, número de empregados, equipamentos principais e
estimativa de investimento inicial.

Dica 11: DESCUBRA O GOOGLE

O gigante da internet disponibiliza uma série de ferramentas gratuitas. Confira:

  • GOOGLE DOCS: é um processador de planilhas de cálculo, de textos e de apresentações. Os documentos ficam armazenados na nuvem e são acessáveis de qualquer lugar, desde que tenha internet.
  • GOOGLE APPS STANDARD: o serviço é gratuito para até 50 licenças. A ferramenta reúne o gerenciamento de e-mail corporativo, documentos, calendário e mensageiro instantâneo. É preciso ter um domínio na internet, que custa em média R$ 15.
  • GOOGLE PLACES: você se cadastra na ferramenta e, quando clientes em potencial pesquisarem endereços próximos aos de sua empresa no Google Maps, eles visualizarão dados do seu.
  • GOOGLE TRENDS: possibilita ver quais são as palavras mais buscadas no Google, mostrar em quais regiões do mundo determinado termo é mais procurado e confrontar a popularidade entre termos na busca, além de permitir comparar o tráfego entre websites.
  • GOOGLE ANALYTICS: muito útil para obter dados sobre o tráfego do seu site. Com ele é possível saber quantos usuários visitam a página diariamente, quanto tempo eles permanecem e de que local vêm.
  • GOOGLE ADWORDS: programa de links patrocinados. Nele, os interessados decidem quanto querem investir por mês para ter um espaço de destaque nas páginas de busca do Google.

Dica 12: PONHA A MÃO NA MASSA

Antes de montar a empresa, faça de tudo para conhecer um negócio semelhante ao que deseja abrir, vale até um estágio. Isso ajuda a conhecer a essência do empreendimento, ver o que pode ser replicável, o que deve ser melhorado e evita ser pego de surpresa em situações adversas.

Estas seriam as principais dicas para que você possa abrir uma empresa de games com um custo bem baixo. O que achou? Teria mais alguam dica?

fonte: ¹ Este post foi baseado em algumas informações publicadas na edição de Fevereiro da revista PEGN de 2011.
Autor: Rafael Rodrigues Ver todos os posts de

21 Comentários em "Montando uma empresa de games com custo “quase” zero"

  1. Leandro Vian 21/02/2011 at 16:07 - Reply

    Boas dicas. ;)

    Alias, faltou a dica #2

    :)

    • everton.vieira 21/02/2011 at 21:15 - Reply

      Obrigado pela observação Leandro,
      Hehehe, tinha passado desapercebido!
      Agora sim, todas as 12 ;)

  2. Necrocyber 24/02/2011 at 18:25 - Reply

    Parabens pelo post vou continuar acompanhando o fórum.

  3. Gean Vieira 27/02/2011 at 13:15 - Reply

    Olá pessoal do Abrindo o Jogo, muito interessante as dicas, mas eu queria saber em relação a dica 04, onde conseguir esses elementos prontos? Existe algum tipo de portal que disponibilize mecanicas de jogos em flash? Para que possa ser alterada ou até mesmo pego como base?

    • everton.vieira 27/02/2011 at 19:34 - Reply

      Olá Gean,

      Esta dica refere-se basicamente ao que você encontra diariamente na internet, PC, consoles e portáteis. Tente enxergar os games como um desenvolvedor, tente identificar quais são os fatores que os tornam interessantes para o jogador. Em relação a parte técnica, você pode utilizar sites e fóruns especializados na liguagem que utiliza. Aqui mesmo no Abrindo o Jogo, você encontra várias dicas técnicas sobre desenvolvimento de jogos.

  4. Iago Marlon 16/08/2011 at 18:42 - Reply

    Flash?
    Vou tentar montar uma empresa de games mas ela vai ser dessas que se faz games de verdade, para PCs e Consoles.
    Flash é coisa de enfeite.
    Um game de verdade no nivel de Crysis, needforspeed , e etc, vou juntar uma equipe e o custo de trabalho pelo menos com os games vai ser zero.
    Em torno de 6 ha 4 anos se faz um game assim dependendo do numero de integrantes. Iria começar mais como um “Hoby” e iria se desenvolvendo.
    Eu iria fazer um sistema de venda, totalmente novo no planeta terra.
    Não vou falar agora, mas seria bem interesante…

    Muito Boa Sua matéria.
    Falta blogs assim aqui no brasil.

    • luiz.nornberg 18/08/2011 at 00:20 - Reply

      Olá Iago! Que bom que você aprovou o blog, obrigado!

      No entanto é importante ir com calma nesse negócio de “jogo de verdade”. Concordo sobre o Flash: ele é para outro mercado cujo foco não são os gamers “de verdade”. Mas costumo dizer que jogo de verdade é aquele que existe mesmo, ou seja, saiu do papel e chegou no mercado. E aí, a questão do tamanho importa muito. Um jogo grande como Crysis demora 4 anos com uma equipe trabalhando full time (dois turnos). Como todo mundo precisa de grana para viver, se a sua equipe não for paga para fazer o jogo, terá de trabalhar em outro emprego – e então não terá 8 horas por dia para o jogo. E assim os 4 anos tornam-se mais do que o dobro disto.

      E 4 anos já é muito tempo para o mercado: se você não tiver uma pesquisa de mercado muito bem feita e uma boa sinalização de que sua idéia vai vender daqui a 4 anos, a coisa pode não dar certo. Lembre-se: você está projetando hoje um jogo que só vai para o mercado daqui a 4 anos – até lá pode ser que, sei lá, nem existam mais joypads… Tá, exagerei um pouco, mas essa análise é importante.

      Costumamos recomendar, então, iniciar como jogos pequenos, que levam no máximo 1 ano para serem feitos e com equipe minúscula, trabalhando até mesmo nas horas de “folga” de outro emprego. Se a sua capacidade de projeto é matadora, seu jogo será muito bom e pode lhe dar os primeiros milhões para bancar uma equipe full time para seu jogo AAA.

      E, é claro, você não estaria saindo do seu mercado alvo, afinal, não deixa de ser um jogo de verdade, só menor.

    • everton.vieira 18/08/2011 at 10:02 - Reply

      Olá Iago,
      A paixão pela área, é um dos principais fatores para se entrar na indústria. Dá para ver que você tem isso. Porém, ele não é o único ponto importante para a construção de um projeto. Há um próverbio que diz o seguinte:
      “Antes de pensar em correr, você deve aprender a caminhar!”

      Não aconselhamos você a pensar logo de cara em um projeto grande. Fazer games é um processo que deve tratar também dos fracassos e não apenas dos sucessos. Sendo assim, que estes fracassos/aprendizados venham na forma de projetos menores. Desenvolver um game para Web de sucesso(mesmo em Flash), é algo que ninguém poderá ensinar você como fazer, mas será um aprendizado para que possa pensar em algo maior.

      Outro ponto seria o conceito de “game de verdade”. Você considera o FarmVille um game de verdade? O sucesso não poderia ser um critério para esta definição, pois há hoje mais pessoas jogando o game social da Zinga do que pessoas jogando World of Warcraft.

      Sugiro ouvires dois de nossos podcasts. Um falando do mercado casual e o outro, bem apropriado, da indústria.

      Um grande abraço e siga em frente!

  5. Rodrigo Abreu 25/10/2011 at 14:58 - Reply

    Vale apostar em usar tecnologias gratuitas no início, atualmente a plataforma do android oferece uma boa opção de se começar a desenvolver games:
    1- Java é free e muito limpo de se trabalhar (Claro depende sempre do desenvolvedor)
    2- Existem ótimas IDEs gratuitas que podem ser utilizadas para se desenvolver aplicações de qualquer tipo.
    Ex.: Eclipse, NetBeans…
    2- Uma conta do android market é apenas $25,00
    3- Ter um site é fundamental, uma vez que para vender no android market, é necessário possuir uma página com conteúdo suficiente. A equipe responsável por conceder vendas no android market avaliará o site e então se for aprovado estará no ar
    4- Alguns frameworks prontos ajudam a otimizar o tempo e criar efeitos poderosos para que o game seja impactante, tais como física e partículas (JBox2D, JMonkey, cocos 2d).
    5- Não tenha medo de começar a investida com games 2d, pois voltaram a estar alta com o novo conceito dos jogos casuais, que a propósito é um ótimo modo de se começar uma empresa (Até a Blizzard demorou anos até começar a produzir games 3D, claro a época era outra, mas mesmo assim, o mais importante é ter alguma coisa pronta).
    6- Tente montar parcerias com escolas de computação gráfica, animação, produção sonora, desenvolvimento etc…

    • rafael.rodrigues 25/10/2011 at 20:10 - Reply

      Rodrigo,

      ótimas dicas… esse é o caminho!

      • Rodrigo Abreu 26/10/2011 at 11:25 - Reply

        Obrigado brother, o negócio é a gente correr atrás dos sonhos, aproveitar que o mercado de desenvolvimento de games para indie está favorável.
        Outra coisa que esqueci de mencionar é:

        1- O Unity 3d está com preço bem acessível, e pode ser comprado por estudantes no http://www.estudica.com pela metade do preço. A engine é muito profissional, meus amigos e eu, estamos começando a usa-la e estamos ficando abismados a cada momento.

        2- Com o preço da Unity em baixa, outras engines mudaram totalmente a forma de venda e licença, por exemplo, a Unreal Engine está bem mais acessível, mesmo ainda não sendo a realidade pra nós que estamos começando.

        3- O grande problema pra muitos indie game developers hoje em dia, aqui no Brasil é:
        Não sobrar muito tempo pra trabalhar em cima dos projetos de gmes próprios e não conseguir grana pra se manter de início, tendo que trabalhar com outras coisas pra conseguir grana e então ir investindo no projeto foco. Uma dica é mantenha sempre um caderno ou qualquer outra coisa pra anotar tudo o que aparecer de ideias no decorrer do dia, pois tudo é útil.

        4- Se for o caso, antes de se juntar com outros amigos que estejam desenvolvendo um game com você, anote tudo o que vai ser discutido na próxima reunião da equipe, pois gastar tempo pra lembrar tudo o que você pensou durante a semana é extremamente inviável, todo tempo é precioso.

    • everton.vieira 11/04/2012 at 23:57 - Reply

      Olá Bárbara, obrigado por trazer o link.
      É muito bacana ver o nosso trabalho sendo citado em sites como o do SEBRAE.

  6. Alzemendes 28/04/2012 at 12:43 - Reply

    olá, tenho vontade de abrir uma empresa de jogos em 3D para pc, mais ainda não tenho nenhum conhecimento na área, uma pessoa para criar jogos precisa ser formada em que? Quais cursos devem fazer para aprender a criar jogos? se puder, manda a resposta para o meu e-mail: alzemendes@hotmail.com

    gostei do blog, até hj foi o que mais esclareceu a respeito do assunto

  7. kiko 03/06/2012 at 10:38 - Reply

    Gostaria de parabenizar ao site pelo conteúdo. Vocês realmente fazem a diferença com conteúdos necessários e completos.
    Parabéns!

  8. Jean 27/06/2012 at 13:13 - Reply

    Então, basicamente, uma empresa de jogos NÃO é o mesmo que uma empresa normal? Digo ao fato de RH, JURÍDICO, coisas como plano de saúde e essas coisas? Preciso cadastrar a empresa em algum lugar ou até mesmo pagar imposto por causa disso?

  9. rodrigo 05/09/2012 at 19:36 - Reply

    Bom queria agradecer primeiramente as pessoas que postaram essas dicas e pq realmente mostra que quer passar um conhecimento para quem busca essa area .
    e assim lembro quando tava indeciso sobre o que fazer da minha vida e um amigo meu falo que taba aprendendo a modelar no blender engine ai ele me passo o install ai eu gostei de modelar e fui procurar um curso e descobri o mundo maravilhoso do 3d. e aprendi basicamente como secria um jogo ..
    logicamente sempre fui super apaixonado por games mas ate entao essa profissao nem passava em mimha mente, mais ai fui pesquisar sobre a profissao e fiquei encatado e descidi que era isso que eu quero pra minha vida mais queria saber se e mt dificil conseguir um enprego nessa area em sao paulo??

  10. Rafael 02/11/2012 at 15:17 - Reply

    Ola pessoal do abrindo o jogo, eu me chamo Rafael e ao ler este artigo fiquei bem interessado na área. Gostaria primeiramente de parabeniza-los pelo belo trabalho que estão fazendo aqui no site, gostei muito dele realmente. Eu gostaria de saber se podem informar algo mais sobre o meio gamer, tipo empresas brasileiras que estão nesse mercado seria bacana, e sobre a profissão que exercem se é destinada a esta área, outra coisa poderiam me dizer o que devo ter para seguir carreira nesta área, pelo que vi são varias as escolhas, mas gostaria de saber de vcs realmente qual é a mais indicada, meu e-mail é: rafaeldeoliveiram@gmail.com

  11. Renan 01/07/2013 at 22:50 - Reply

    Oi eu queria abrir uma empresa de games mais no principal conteudo eu quero abrir de jogos Online no estilo Perfect world fazer um jogo legal que todos ser divertam eu quero sabe mais me procuro no facebook eu procuro Desenvolvedores de jogos esse e meu facebook me adiciona quem tive interresado
    podemos conversa e ver no que vai dar meu facebook e Renan Ribeiro de Olivera tem uma foto de anime nele com um garoto usando uma camisa branca o cabelo dele e marrow eu quero abrir uma empresa de jogos quero me torna um grande empresario com ajuda de amigos

  12. Gustavo 06/10/2013 at 15:06 - Reply

    Muito bom as suas dicas, realmente bastante importante para quem quer começar a trabalhar na área de games em geral. Porém, cara, a pessoa antes mesmo de começar com todo esse processo já vai gastar uma boa “graninha” em algumas coisas essenciais no processo da criação do jogo, o que dificulta bastante pra quem quer iniciar, como eu.
    Entre elas, estão:

    Um local de trabalho (não é tão complicado, porque acho que se pode trabalhar na própria casa, mas existem algumas pessoas que não podem, e isso já é o começo dos gastos para alugar ou comprar um imóvel agradável para trabalho).

    Gastar dinheiro com vários PC’S (mesmo com uma equipe pequena, é necessário no mínimo uns 3 ou 4 PC’S com configurações altas de 8GB de RAM, 500 de HD ou um tera, placas de vídeo boas, e ETC). Além do alto custo da internet.

    Gastar dinheiro com boas engines, ninguém vai pagar por uma engine “michuruca”, mesmo sendo uma empresa pequena de início, hoje em dia você não pode começar lançando um game a nível gráfico de um Tibia, por exemplo, e muito menos sem áudio. O gráfico precisa ser relativamente bom hoje em dia, além de ter efeitos sonoros não tão humildes.

    Além do custo de cursinhos online ou aulas de verdade, para programação com C++ ou Java, game design, áudio, e ETC.

    De qualquer forma, quem já quer começar como profissional de verdade (pagando salários aos funcionários) ou como hoby (trabalhando com amigos, para futuramente se profissionalizar) irá gastar um bom custo de dinheiro, para começar a carreira.

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