PodAbrir 10 – Game Art parte 1

Olá pessoal!

Mais um episódio do PodAbrir, com mais um capítulo do arco sobre profissionais da área de games. Neste episódio de número 10 o assunto é Game Art, e o entrevistado é o artista Dado Almeida, que trabalha com ilustração e arte conceitual (concept art) para games.

Mais uma entrevista que é dividida em duas partes de tão interessante. Então não perca tempo: trate de ouvir antes da segunda parte sair…

Participantes:

Everton Vieira , Alessandro Nörnberg e Dado Almeida

Categoria:

Técnico – Game Art

Links comentados neste episódio:

Trilha Sonora

  • Holy Diver – Ronnie James Dio

PodCast

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14 Responses to “PodAbrir 10 – Game Art parte 1”

  • Rinaldo says:

    Primeiro, Valeu por ter me citado. Fico honrando! =D

    Sobre o Batman, o começo realmente é MUITO lento… na verdade, sofri a mesma situação que o Everton. Joguei um pouco, dai… ele tá aqui instalado faz meses e não pego pra jogar. Não cheguei até o pesadelo o Espantalho ainda… agora vou dar outra chance pro jogo. Mas as mecânicas, principalmente chegar de fininho, funcionaram sim [e o visual também]. o que não funciona é o Pacing (bem que vocês falaram da importância dele no primeiro podcast).

    E ótimo que Marcelo Martins resolveu fazer parte do AOJ! a gente encontra sobre tudo, Programação, Art.. mas sobre Sound…
    falando em som,
    O Som do Dado Almeida tá meio alternante, hora baixo, hora MUITO baixo e hora alto só nos finais. Podia dar uma pegava nas falas dele, jogar no Audiocity e dar uma aumentada.
    Iria adorar participar das palestrar e cursos de vocês. Mas to mal localizado e com grana curta. [Vida de universitário]

    Entrei no site do Dado. Trabalho maravilhoso! os Face Sprites do SuperRock e os Stage Backgrounds do Talk of Fight, principalmente.

    O problema dos cursos de jogos, é que as pessoas que participam dele não tem ideia das estruturas do que é Desenvolver um game, joga os jogos e pensa “Po gosto de jogar, vou fazer jogos!” e resolvem fazer o curso. Se a pessoa que esta aplicando o curso não começar pelo menos no começo de forma geral, o pessoal sai correndo. Faço parte de uma comunidade de jogo muito boa. E que na minha opinião, é muito similar ao trabalho de vocês (em relação aos cursos e o modo que o curso é aplicado). A Comunidade Luciano Angusto. lá tem o curso Games Total [e outra porrada de cursos incluindo de modelagem, desenho, de som...]. eles são mais focados em XNA e em ArtDesign (tinha um professor de GameDesign, mas ele largou mão). ele [o curso] começa mostrando um pouco de tudo e depois separa nas 3 partes principais. Não, não to fazendo propaganda não. Mas vale a pena dar uma olhada. Quem sabe até dar uma falada com os professores do curso, se não me engano [mas provavelmente estou], o de Art, faz parte da equipe que ganhou o Imagine Cup 2011.

    As dicas são ótimas, é sempre bom ouvir experiencias. Se o mercado já não fosse difícil, ainda acontecem os conflitos de ideias e personalidades. Participar forums (de desafios deles) sempre é interessante. Um muito bom de PixelArt (cara, como eu ja fiz pixelart. Programador que faz Pixelart, falando no mal de saber de tudo um pouco, em? ) é Pixalation (http://www.wayofthepixel.net) a comunidade é MUITO critica e não costumam dar muita moral pra quem tá começando, mas tem muito desafios [sem falar nos amigos secretos de final de ano] e tem muita pessoa de talento lá. quando um poste engrena, o pessoal ensina coisas que você não lê ou encontra em lugar nenhum [lembro de um post sobre Árvores. nunca mais vi árvores da mesma maneira].
    Esse lance da faculdade é mais fácil pra programação, acho. Sistemas, Ciência da computação e derivados já da uma ótima base pra engrenar na área dos games. Nunca tinha parado pra pensar nesse assunto pra outras áreas. Fazer faculdade, te dá mais segurança caso resolva sair da área de games. Como ele falou, o diploma mostra que você ja tem uma ideia de como é o trampo, mas nós aprendemos mais sozinhos na manha do que com a faculdade.

    (ficou grandinho né? quando ouvia fui comentando)

    • everton.vieira says:

      Olá Rinaldo,
      Em relação aos cursos, é recomendado que a pessoa faça um faculdade relacionada a área primeiro. Fica claro que é necessário primeiro criar uma boa base para depois procurar uma especialização. A este respeito, os cursos livres, como os que estamos oferecendo, são uma opção e tem um papel importante na maturidade do mercado, desde que sejam feitos com seriedade, trazendo um pouco dos padrões utilizados na indústria. Infelizmente não conhecemos os cursos do Luciano Augusto para comentar.
      Atendendo a seu pedido, amplificamos e equalizamos um pouco mais o áudio da entrevista. ;)

  • Pessoal,

    Gostei muito da entrevista com o Dado. É sempre importante ouvir a opinião de profissionais experientes de qualquer área dessa indústria! Fiquei muito impressionado com o trabalho do Talk or Fight. Sou um grande fã de jogos de luta e certamente vou experimentar esse jogo.

    Sobre o Batman, eu também acho que o gamepacing é meio lento no começo. Precisa ter um pouquinho de paciência, mas como também já tinha ouvido falar tanto do jogo, resolvi investir nele e não me arrependo. É uma das melhores experiências de jogo desta geração.

    Por fim, muito obrigado pelo convite e menção e espero ajudá-los a tornar o Abrindo o Jogo uma excelente fonte de informação para a indústria de jogos. Será um prazer trabalhar com vocês.

    • everton.vieira says:

      Seja bem-vindo a equipe grande amigo! Não temos dúvidas que o seu conhecimento vai enriquecer muito o AoJ.

  • Olá,
    Bem, gostaria de ouvir mais sobre o desenvolvimento com desenhos, pra mim pareceu o passo mais importante para o Dado e justamente o menos detalhado.
    Sobre faculdade… faço Jogos Digitais em Brasília, e acho que quem quer mexer com arte tem que fazer artes plásticas, e os programadores um curso de ciência da computação. Gosto do meu curso por que a mensalidade é em conta, e é de dois anos. Também há um espaço para ser autodidata, mas é só isso. Lá você tem que correr atrás de qualquer jeito.
    Felizmente temos hoje casos como de Stanford que dispoem em excelente qualidade seus renomados cursos, no youtube.

    • everton.vieira says:

      Olá Leonardo,
      A entrevista ainda não acabou. Deixamos a melhor parte para o final. Fique ligado no próximo episódio. Enquanto isso, os leitores podem fazer perguntas para o Dado Almeida através dos comentários aqui. Ele estará acompanhando os posts.

  • Dado Almeida says:

    Puxa minha voz é muito estranha…

    Mas legal que gostaram dessa primeira parte. Talvez eu tenha falado muito, mas acho que falei o importante pra que, alguém que esteja começando, possa usar como inspiração (ou motivação).

    @Everton Vieira: Mais uma vez, obrigado pelo convite. Se conseguir acender uma fagulha na cabeça de um artista, já valeu o post. O som ficou meio fraco na primeira versão, mas deve ser o meu microfone e as paredes do estúdio aqui.

    @Rinaldo: Legal ter gostado e absorvido algumas dicas da conversa.

    @Marcelo Martins: Posso dizer que sua entrevista foi um grande help pra eu estruturar o que falar. Parece fácil explicar o que fazemos, mas nunca é, na prática.

    @Leonardo Zimbres: Na parte 2 eu falo mais sobre o desenho em si, mas qualquer dúvida pode usar o espaço pra perguntar.

  • Olá, muito obrigado pelo podcast, aliás pelo site!
    Interessante ouvir esse podcast, percebi um grande senso de realismo por parte de vocês quando falam do mercado nacional e especializações na área.
    Sou um iniciante (beeem iniciante) nessa área de games e fico um tanto perdido as vezes, é que sou programador web e tenho uma base intermediária para um autodidata, mas como estudo sempre sozinho, na maioria das vezes esqueço que terei que trabalhar em equipe e não farei tudo em qualquer processo de desenvolvimento, não farei mesmo, e com isso acabo tendo que estudar um pouquinho de cada coisa, sempre com foco na programação, claro, mas acabo me atrapalhando mesmo assim. Ex.: Como estudo no momento com o unity 3d, mesmo estudando a programação, vez por outra quero modelar algo no blender mas não o domino, aí vem o desejo de estudar mais um pouco sobre modelagem, e assim por diante.
    Acabo as vezes não aproveitando ou assimilando tudo o que estudo.

  • Bárbara says:

    Adorei a história das telas do Sonic no formulário contínuo (que álias, eu adoraria que vocês estivessem certos sobre o pessoal mais novo não conhecer, porque já tive, por diversas vezes, a infeliz experiência de estar numa sala com 3 impressoras matriciais imprimindo ao mesmo tempo). Fiquei imaginando que bonito devia ser o cenário inteiro no campo de visão. Coisa que não acontece no vídeo game (e se acontecesse não teria graça, rsrs).

    Adorei a entrevista! Estou no aguardo do restante.
    Acredito muito que, se eu trabalhasse com games, trabalharia com arte e infelizmente nunca investi tempo ou dinheiro nisso porque jamais imaginei que fosse possível (atuo justamente em uma das carreiras citadas como as que oferecem segurança, rsrs).
    É muito inspirador, especialmente pelo modo como ocorreram reviravoltas que encaminharam o Dado para sua verdadeira vocação.

    E para completar, também vou fazer um agradecimento ao Rinaldo, que foi a pessoa que me apresentou o Abrindo o Jogo.
    Não fosse ele vocês não teriam uma série de tópicos com perguntas sobre constituição de empresas, rsrs.
    Se preparem para a próxima avalanche que muito provavelmente será sobre Game Art.

    • everton.vieira says:

      Olá Bárbara,

      Estamos preparados. Pode mandar :)

      Já estávamos com saudade dos seus comentários ;)

  • Bárbara says:

    A propósito, adorei a pintura digital e reconheço a grande técnica no desenho, mas fiquei curiosa com a temática sinistra do trabalho do Dado.
    As personagens não são exatamente… atraentes.

  • [...] Para quem quiser saber mais sobre como é a vida de um artista de games, eu recomendo o podcast do Abrindo o Jogo em que eles entrevistam o artista Dado Almeida. Agora tenho que voltar a pintar as paredes aqui da [...]

  • [...] da entrevista que fiz o ano passado fui convidado para participar também do Site. Achei a proposta interessante, mas decidi pensar um [...]

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